Banco Europeu de Investimentos abrirá escritório regional no Panamá

marzo 9, 2016 4:09 pm Publicado por 1.045 Comentarios

O Banco Europeu de Investimentos (BEI) abrirá, no primeiro semestre deste ano, seu escritório regional do Panamá, o primeiro na América Latina, informou o Ministério de relações Exteriores (Mire) panamenho.

Este é um reconhecimento da solidez e transparência do Centro Financeiro Internacional desta capital, afirmou Román Escolano, vice-presidente do BEI ao fazer o anúncio.

“Muito nos orgulha essa notícia, pois o BEI é uma das instituições financeiras mais importantes do mundo e vê-la instalar-se no Panamá demonstra a confiança que têm os diretores do Banco”,

expressou Maria Luísa Navarro, vice-ministra do Mire.

Ademais, um reconhecimento à plataforma financeira e de serviços de nosso país pela União Européia, apontou.

O BEI investe em projetos energéticos e de infra-estrutura no Panamá e, recentemente, conduziu negociações com o Ministério da Economia e Finanças para financiar o tratamento de águas residuais em Juan Diaz, vizinhança da capital, pelo valor de US$ 50 milhões.

A decisão da entidade européia é um respaldo para o Panamá sair da lista cinza do Grupo de Combate a Atos Financeiros (FAFT – Financial Action Task Force – na sigla em inglês), onde permanecia desde Junho de 2014 por suspeitas de lavagem de dinheiro em instituições instaladas em seu território. “Seguramente, sair desta lista será positivo, em particular para o setor financeiro panamenho que, como se sabe, experimentava uma perda de serviços de bancos correspondentes, principalmente norte-americanos”, disse na quinta-feira passada o Ministro da Economia e Finanças, Dulcídio De La Guardia.

Panamá tem feito um importante trabalho para blindar o país contra o flagelo da lavagem de dinheiro e do financiamento ao terrorismo. Seguimos trabalhando e fortalecendo nossas instituições nesse sentido, acrescentou.

Uma equipe técnica do FAFT visitou o Panamá em janeiro para verificar a implementação das medidas contra lavagem previamente acordadas com a organização, condição necessária para sair daquela lista negativa.

Entre as ações está a implementação da Lei 23 de 2015 – conhecida como Lei Anti-Lavagem – e a criação da Intendência de Supervisão e Regulação de Entidades Não Financeiras.

Fonte: http://www.panamon.com/

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